Exploração de Itinerários

Dezembro 14th, 2009

No passado dia 1 de Dezembro, a Escola de Canyoning voltou a abordar o Canyoning no contexto de exploração de novos itinerários e nada melhor que colocar à prova alguns dos conhecimentos numa real exploração. Desta feita, o grupo percorreu um curso de água afluente do Canyon das NLevadas, um itinerário previamente estudado ao nível da topografia, não apresentado grandes obstáculos.

Entre os vários aspectos a ter em conta na exploração de novos itinerários, este canyon permitiu destacar a importância da escolha de bons acessos, de maximizar todas as oportunidades de equipamento de rapel em elementos naturais para poupar recursos de equipamento artificial, uma abordagem às diversas técnicas de segurança do primeiro elemento nos rapeis desconhecidos, permitiu também mostrar a diferença entre o equipamento de pontos de fixação artificiais com recurso a mecanismos de perfuração eléctrica e com mecanismos manuais.

AFLUENTE DA N LEVADAS 015

AFLUENTE DA N LEVADAS 089 jorge

cascata

furo martelo

furo camp.

aperto bucha

 

O Significado das Palavras

Novembro 27th, 2009

Como é conhecida a actividade

A palavra Canyoning é um termo conhecido em quase todos os países onde se pratica a actividade, embora em alguns, devido a especificidades linguísticas, se tenham adoptado também outras designações entre os praticantes. Nos Estados Unidos da América “Canyoneering”, em Espanha “Barranquismo”, em França “Descente de Canyon” ou “Canyonisme”, em Portugal já se falou em “Descida de Cascatas”, actualmente usa-se “Canyoning”, no Brasil, para além de Canyoning, também é frequente a designação “Canionismo”, na África do Sul “Koofling”.

Podemos encontrar diversos significados convergentes para a palavra Canyon, um disponível em http://www.audioenglish.net/dictionary/canyon.htm é o seguinte: Canyon – a ravine formed by a river in an area with little rainfall (ravine – a deep narrow steep-sided valley, especially one formed by running water).

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Alguns termos que constam no dicionário português, que se associam às morfologias (Morfologia – Tratado das formas que a matéria pode tomar – http://www.priberam.pt/) dos locais onde se desenvolve o Canyoning.

Talvegue- s. m.

1. Linha mais ou menos sinuosa, ao fundo de um vale, por onde correm as águas.

2. Linha de intersecção dos planos de duas encostas.

Significado em http://www.priberam.pt/

 Talvegue – É a linha mais funda de um vale ou curso de água

Significado em http://e-geo.ineti.pt

Ravina 

(francês ravine)

s. f.

1. Torrente de água pluvial que se precipita de lugar elevado; enxurro.

2. Barranco.

Significado em http://www.priberam.pt/

Torrente –s. f.

1. Corrente de água rápida e impetuosa que provém de grandes chuvas ou do súbito derretimento das neves.

2. O álveo que a torrente tem aberto na vertente das montanhas.

Significado em http://www.priberam.pt/

Rio – s. m.

1. Grande curso de água natural, quase sempre oriunda das montanhas, que recebe no seu trajectotrajeto águas de regatos e ribeiros, e desagua noutro curso de água ou no mar.

Significado em http://www.priberam.pt/

Ribeira –s. f.

1. Rio de pouco caudal e de pequeno curso.

2. Vala cavada pelas águas de enxurrada.

Significado em http://www.priberam.pt/

Ribeiro – s. m.

1. Rio pequeno; regato, riacho, arroio.

Significado em http://www.priberam.pt/

 Córrego s. m.

1. Rego por onde corre bastante água.

2. Caminho apertado entre montes.

Bras. córrego seco: sulco torrencial temporário.

Significado em http://www.priberam.pt/

 Vale s. m.

1. Espaço entre duas montanhas.

2. Planície, no sopé de um monte ou à beira de um rio.

3. Talvegue.

4. Bacia de um curso de água.

Significado em http://www.priberam.pt/

Garganta s. f.

1. Parte situada entre o esófago e a boca.

2. Parte anterior do pescoço.

3. Desfiladeiro; abertura estreita.

Significado em http://www.priberam.pt/

Desfiladeiro s. m.

Passagem estreita entre montes.

Significado em http://www.priberam.pt/

Dos significados acima mencionados, um que se aproxima muito do meio de prática do Canyoning seria Talvegue. Com a devida composição para actividade, teríamos Talveguismo como termo português para a mundialmente conhecida prática do Canyoning. Por outro lado respeitando a construção original da palavra, mas dando um som e uma redacção mais portuguesa, o termo já utilizado no Brasil – Canionismo, parece ter “pernas para andar” numa perspectiva de uma designação nacional e não, de ter várias, uma para cada província de Portugal, como alguns pouco ligados à actividade ou mais bairristas, por vezes, tentam impor.

As designações dos itinerários explorados para a prática do Canyoning nem sempre coincidem com a dos cursos de água onde se desenvolve a actividade, embora exista alguma discussão com origens menos informadas.

No mundo dos exploradores é uma prática comum, ancestral, traduzindo em português simples, quem descobre, quem sofre, quem investiu o corpo e os meios, normalmente designa a obra, já foi assim com os portugueses que baptizaram “espaços geográficos” durante os Descobrimentos.

Quando se iniciou a prática do Canyoning, os cursos de água já existiam e as suas designações também (com algumas excepções), mas não existia o itinerário aberto, conhecido, preparado para a prática do Canyoning, que pode ou não coincidir com a extensão total do curso de água, e, é essa parte que o explorador, praticante de Canyoning, nomeia. Muitas vezes o Canyon assume a designação do curso de água, mas em alguns casos assume uma designação que caracteriza um aspecto morfológico importante ou um facto ocorrido durante a sua abertura.

Um exemplo comum no mundo da montanha são as designações das vias de escalada de Picos e, as vias de Escalada Desportiva em maciços rochosos conhecidos, que possuem inúmeras designações dadas pelos seus autores, que muitas vezes não se conotam com a designação da área ou do local onde se situam.

Na Madeira, com certeza, que uma tradição de montanha que se construiu com anos de conquistas por todo o mundo, não poderá dar lugar ao conservadorismo de montanhistas de secretária. Os grandes feitos que sejam baptizados pelos seus autores!!! O que de modo algum não é impeditivo de usar alguma coerência com os locais e uma boa dose de bom senso.

É sempre possível dizer que vamos fazer o “Canyon das Lagoas Verdes”, na Ribeira da Palha!?

 ART.OP. – Novembro 2009,

António F. P. Olival

Canyon das NLevadas

Novembro 24th, 2009

21 de Novembro de 2009

A  Escola de Canyoning do Clube Aventura da Madeira acertou o calendário de actividades com a realização de uma exploração , do que cremos ser, um novo itinerário para a prática de Canyoning. O planeamento, desde o estudo da topografia, passando pelos diversos acessos, até à logística, foram abordadas nesta actividade, assim como, foram aplicadas as diversas técnicas que têm sido treinadas, algumas que permitem um Canyoning mais ecológico. O nó Duffor foi utilizado em diversas amarrações naturais  com grande eficiência, permitindo não deixar qualquer material para trás.

CANYON DAS NLEVADAS

No itinerário efectuado não encontramos qualquer vestígio de prática anterior do Canyoning e dada a quantidade de levadas que encontramos com origem no interior deste Canyon, o grupo explorador atribuiu uma designação provisória de “Canyon das NLevadas”.

CANYON DAS NLEVADAS 2

CANYON DAS NLEVADAS

De registar alguns objectos estranhos encontrados, evidenciando alguma incúria pouco tolerável nos dias de hoje. Ficou na agenda uma nova actividade, para uma limpeza deste bonito itinerário, que reúne marcas da nossa cultura e de uma actividade intensa na exploração de canais para a irrigação de campos agrícolas.

Actividade Prática – Descida de um Canyon

Novembro 5th, 2009

Escola de canyon camadeiranet

No passado dia 31 de Outubro,  a Escola de Canyoning do Clube Aventura da Madeira realizou a sua terceira actividade, cumprindo o seu calendário previsto até final de 2009. A actividade consistiu na descida de um itinerário com o objectivo de praticar as manobras de instalação de rapeis largáveis e também, em sistema guiado.

Foi escolhido um Canyon de baixa dificuldade, mas com diversos motivos de interesse, entre zonas encaixadas, pequenas cascatas, um tobogã e água em abundância.

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Actualizações Técnicas no Manual Técnico de Canyoning

Outubro 14th, 2009

Os praticantes que adquiriram o Manuel Técnico de Canyoning, edição 2007, da Federação Francesa de Montanha e Escalada/Federação Francesa de Espeleologia deverão consultar as actualizações técnicas referentes à utilização do oito na instalação de rapel largável.

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Treino de Técnicas em Ambiente Controlado

Outubro 12th, 2009

14 de Outubro – Parque Desportivo de Água de Pena

A Escola de Canyoning do Clube Aventura da Madeira realizou uma actividade de treino de técnicas em ambiente controlado, que decorreu dia 14 de Outubro, entre as 19h e as 21h00, no Parque Desportivo da Água de Pena. Nesta sessão foram abordados diversos nós e instalações utilizadas para subir cordas em casos de emergência, tais como, o Oito Italiano, o Nó de Coração. Foram treinadas as subidas em corda simples com conversão em descida, assim como, a instalação de um desviador largável. O tempo correu rápido e rendeu pouco, mas ficou a ideia para treinar em casa e na próxima actividade.

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Apresentação da Escola – 26 de Setembro 2009

Outubro 12th, 2009

A Escola de Canyoning do Clube Aventura da Madeira realizou a sua primeira actividade prática no passado dia 26 de Setembro, com a apresentação dos seus objectivos e com a realização de diversos exercícios práticos de técnicas actuais, com destaque para algumas utilizadas em situação de recurso.

Para finalizar o primeiro dia actividades, foram testadas algumas técnicas durante a descida de um Canyon, na Ribeira da Cales.

Nó Duffor

Nó Duffor – foi uma das técnicas treinadas, embora seja para aplicação de recurso, poderá ser muito útil em alguns casos, em especial amarrações naturais. Para a sua utilização é necessário saber fazer, ter testado antes  e estar sempre vigilante.

Cuidados a ter:  Descida – Agir como em todas as aproximações às amarrações, se auto-segurando com  material auxiliar para o efeito, assegurar a corda de descida (o saco ou uma ponta), medir na vertical a descer a corda necessária (como é uma instalação fixa, a sua utilização deverá restringir-se a verticais à vista e com comprimentos de corda baixos e por praticantes autónomos), efectuar o nó correctamente, e completar com um nó de segurança (pescador) sobre as duas cordas. O último deverá proceder de acordo com as regras de segurança para abandono de uma amarração, deve retirar o nó de pescador, deverá separar as cordas,  instalando o descensor na corda de descida, separando a restante com o laço maior, que irá servir para recuperar, mandando para a base da descida e verificar que não existe qualquer tensão sobre a mesma e que está separada da corda de descida. Para a recuperação  na base, primeiro exercer um tensão na corda de recuperação para soltar o laço e depois alternar a tensão em cada uma das cordas instaladas para ir desfazendo o nó, verificar possíveis obstáculos à recuperação na vertical antes de soltar na totalidade, localizando conveninetemente a trajectória de queda da corda.

Algumas das valias da aplicação do nó Duffor:

- Acondicionamento rápido da corda para a descida em rapel. Não é necesssário passar o comprimento da corda de descida em volta da árvore;

- Não é preciso deixar material no ponto de fixação (fitas ou corda e maillon);

- Evita roçamentos significativos na corda, ao contrário do que pode acontecer caso fosse feita a recuperação de todo o comprimento da corda, passando em volta da árvore. Neste caso, evita também, em árvores com cascas sensíveis, que se produzam danos na própria árvore por fricção da corda.

Brevemente será disponibilizada alguma informação técnica de outras actividades realizadas. 

As técnicas apresentadas têm por base o “Manuel Technique de Canyonisme” da Fédération Française de la Montagne et de l´Escalade e Fédération Française de Spéléologie, que os interessados poderão adquirir em http://www.ffme.fr/boutique/canyon/memento.htm, assim como consultar as actualizações técnicas.

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Curso de Iniciadores de Canyoning

Setembro 28th, 2009

Serra da Freita 10 a 16 de Outubro

Organização
Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal/Escola Nacional de Montanhismo (FCMP/ENM) e Fédération Française de Speleologie/École Française de Descente de Canyon (FFS/EFDC)

Coordenador do curso: Pedro Cuiça (Director Técnico de Montanha da FCMP/ENM)
Director Técnico do Curso: Laurent Poublant (Presidente Adjunto da FFS/EFDC)

Apoio:
Instituto do Desporto de Portugal (IDP)
Ministère de la Jeunesse, des Sports et de la Vie Associative (MJSVA)

Destinatários
Desportistas federados, com manifesta experiência na área do Canyoning, interessados na condução de grupos em canyons.

Objectivos do curso
O Iniciador é o primeiro nível de formação que permite o enquadramento de grupos e, como tal, o curso deve:
1) Permitir a aquisição das técnicas de progressão pessoais, de equipamento de canyons e de enquadramento de grupos em canyons de cotação máxima de 3-3-II;
2) Disponibilizar os conhecimentos necessários para organizar e promover actividades em canyons de cotação máxima de 3-3-II;
3) Permitir a identificação e definição de itinerários em canyons, bem como a elaboração dos respectivos topos;
4) Permitir a descoberta do canyoning no seio de um clube ou de outra estrutura federativa;
5) Fornecer os conhecimentos considerados suficientes para a assistência técnica a entidades no âmbito do canyoning, a um nível de iniciação/descoberta.

Competências da titulação
Os formandos que obtenham a classificação final de Apto ficam capacitados para exercer as competências próprias de um Iniciador de Canyoning no âmbito federativo, segundo as normativas da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal/Escola Nacional de Montanhismo (FCMP/ENM) e da Fédération Française de Speleologie/École Française de Descente de Canyon (FFS/EFDC).
• O diploma de Iniciador valida as competências que permitem enquadrar, nas melhores condições possíveis de segurança, um grupo de pessoas no quadro de uma actividade de iniciação/descoberta de um canyon de dificuldade máxima 3-3-II. O tamanho do grupo deve ser no máximo de seis pessoas. Um Iniciador não pode, em nenhum caso, unir cordas para equipar uma vertical.
• É quadro técnico da ENM e do clube de que é portador de Carta de Montanheiro.
• É quadro técnico de estágios e/ou cursos de níveis técnicos inferiores ou equivalentes a Iniciador.
• Pode assistir um Monitor ou um Instrutor noutras circunstâncias que não as descritas acima.

Calendarização
O curso decorre de 10 a 16 de Outubro de 2009

ATENÇÃO: A recepção dos participantes processa-se a partir das 9 horas de sábado (dia 10 de Outubro), o curso inicia-se às 10 horas desse dia e decorre em regime de permanência contínua até às 21 horas de sexta-feira (dia 16 de Outubro).

Requisitos de acesso ao curso
Os candidatos ao curso devem:
1) Possuir licença desportiva (Carta de Montanheiro) válida para o ano em curso;
2) Possuir 18 ou mais anos de idade;
3) Ter concluído o 9º ano de escolaridade;
4) Entregar currículo desportivo que demonstre experiência na prática de Canyoning.

NOTA: No caso de os interessados serem em maior número do que as vagas no curso, a selecção será feita com base no currículo desportivo e na antiguidade da Carta de Montanheiro. Os participantes no Curso de Monitores de Canyoning (2003), que não finalizou, têm prioridade de acesso sobre os outros candidatos e pagarão uma taxa de inscrição em condições especiais (50 €).

Condições de inscrição
Prazo limite de inscrição: 7 de Outubro
Envio de documentação:
 Escola Nacional de Montanhismo (ENM)
 Av. Coronel Eduardo Galhardo nº 24D − 1199-007 Lisboa
 Tel.: +351 218 126 890
 Fax: +351 218 126 918
 E-mail: enm@fcmportugal.com

Documentação:
1) Fotocópia do BI
2) Fotocópia do certificado de habilitações literárias
3) Currículo desportivo (no âmbito do Canyoning)
4) Cheque correspondente ao pagamento do curso (200 €) ou cópia do comprovativo de transferência bancária para a conta da Caixa Geral de Depósitos NIB: 003503550000412353053;
5) Impresso de inscrição devidamente preenchido

Equipamento necessário
Os participantes devem possuir o equipamento individual utilizado normalmente em actividades de Canyoning, dando-se particular destaque aos seguintes itens: fato e meias de neoprene, capacete, arnês, descensor, longe dupla, mosquetões, calçado adequado. É igualmente necessário levar um saco-cama, toalhas e artigos de higiene pessoal.

Local onde se realiza o curso
Parque de Campismo do Merujal/Serra da Freita

Número de participantes
Será aceite a participação de 12 formandos inclusive.

Custos
200 € (por participante)

Inclui: formação, documentação, alojamento e alimentação.
Atenção: o transporte até ao local de realização do curso será a cargo dos formandos.

Formadores
Instrutores de Canyoning da FFS/EFDC e Monitores de Canyoning da FCMP/ENM

Duração e estruturação
O Curso de Iniciadores de Canyoning tem a duração de sete dias e desenvolve-se no seguinte modelo:

• Dois dias de testes de pré-requisitos com base dos quais os candidatos serão orientados:
1) para a prossecução da formação/avaliação do Curso de Iniciadores;
2) para um programa de formação pessoal adaptado ao seu nível.
• Cinco dias de formação/avaliação com base nos quais o candidato deve obter um parecer favorável da equipa de formadores para obter a titulação de Iniciador.

Ficha de Inscrição

Apresentação da Escola – 26 Set. 2009

Setembro 24th, 2009

A Escola de Canyoning do Clube Aventura da Madeira vai iniciar as actividades no próximo Sábado, dia 26 de Setembro, com concentração dos participantes às 9h15, junto ao Centro de Recepção do Parque Ecológico do Funchal.

Todos os praticantes federados pelo Clube Aventura da Madeira, com Carta Desportiva para a actividade de Canyoning estão convidados a participar, para o efeito deverão enviar um mail (escolacanyoningcamadeira@gmail.com) ou um SMS, manifestando interesse em participar e indicando alguma falta de material.

Programa previsto

09H15 – Concentração Junto ao Centro de Recepção do Parque Ecológico (Ribeira das Cales)

9h30 – Apresentação da Escola a todos os participantes (A ideia, os objectivos, o funcionamento)

10h00 – Entrega de certificados aos participantes no IV Estágio de Descoberta do Canyoning CAMadeira

10h15 – Início da actividade prática – Demonstração de técnicas de Canyoning

11h00 – Descida de um Canyon.

III Jornadas Técnicas de Canyoning – 11,12 e 13 Set.

Setembro 3rd, 2009

As III “Jornadas Técnicas de Canyoning da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal (FCMP), são dirigidas aos Quadros Técnicos da Área do Canyoning pertencentes à Escola Nacional de Montanhismo (ENM) e abertas a praticantes federados e técnicos de outras entidades. O objectivo das jornadas centra-se na troca de experiências e formação contínua dos praticantes em geral e dos Quadros Técnicos da ENM em particular.

A participação nas Jornadas Técnicas de Canyoning conta, a nível curricular, para a recredenciação dos Quadros Técnicos da ENM na Área do Canyoning”.

JTCanyoning – Ficha de Inscrição